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	<title>Notícias &#8211; Viver com Cancro da Mama</title>
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	<title>Notícias &#8211; Viver com Cancro da Mama</title>
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		<title>Descomplicar e (con)viver com cancro da mama é mote do novo podcast da SPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 12:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova campanha da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS) conta com o podcast “Viver com Cancro da Mama”, cuja host será Joana Cruz. Num total de quatro episódios, cada um com um tema e especialista atribuído, irão ser abordados os seguintes tópicos: “Literacia em Saúde”, “Cancro da Mama Hereditário”, “Comunicação dos dados científicos e qualidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A nova campanha da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS) conta com o </span><i><span style="font-weight: 400;">podcast</span></i><span style="font-weight: 400;"> “Viver com Cancro da Mama”, cuja </span><i><span style="font-weight: 400;">host</span></i><span style="font-weight: 400;"> será Joana Cruz. Num total de quatro episódios, cada um com um tema e especialista atribuído, irão ser abordados os seguintes tópicos: “Literacia em Saúde”, “Cancro da Mama Hereditário”, “Comunicação dos dados científicos e qualidade de vida” e “Prevenção”</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Viver com Cancro da Mama” sucede a campanha de sensibilização da SPS lançada em 2021 “Viver depois do Cancro da Mama”, com o intuito de promover a compreensão da doença, facilitando a sua compreensão, aceitação e autoconhecimento na incorporação de técnicas terapêuticas que beneficiem o bem-estar físico e mental das pessoas e vivem e convivem com uma doença oncológica, em particular, com cancro da mama. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe a campanha.</span></p>
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		<title>Aumentaram 80 % os novos casos de cancro abaixo dos 50 anos desde 1990</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 15:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os novos casos de cancro entre pessoas com menos de 50 anos aumentaram 79,1 % em todo o mundo entre 1990 e 2019, enquanto o número de mortes subiu 27,7 %, de acordo com um estudo. Os investigadores estimam que o número global de incidência e de mortalidade associada a cancros nesta idade poderá aumentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os novos casos de cancro entre pessoas com menos de 50 anos aumentaram 79,1 % em todo o mundo entre 1990 e 2019, enquanto o número de mortes subiu 27,7 %, de acordo com um estudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores estimam que o número global de incidência e de mortalidade associada a cancros nesta idade poderá aumentar 31 % e 21 %, respetivamente, até 2030, com maior risco para as pessoas com cerca de 40 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o cancro tenda a ser mais comum em pessoas mais velhas, os dados sugerem que os casos entre pessoas com menos de 50 anos aumentaram em muitas partes do mundo desde a década de 1990.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2019, os novos diagnósticos de cancro entre as pessoas com menos de 50 anos totalizaram 1,82 milhões, um aumento de 79,1 % em relação a 1990, com particular incidência no cancro da mama, que foi responsável pelo maior número destes casos e mortes associadas. </span><span style="font-weight: 400;">Globalmente, 1,06 milhões de pessoas com menos de 50 anos morreram de cancro em 2019, um aumento de 27,7 % em relação a 1990. </span><span style="font-weight: 400;">A equipa examinou a incidência, as mortes, as consequências para a saúde (anos de vida ajustados pela incapacidade) e os fatores de risco para as pessoas com idades compreendidas entre os 14 e os 49 anos, estimando a variação percentual anual entre 1990 e 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As taxas mais elevadas de cancros de início precoce em 2019 ocorreram na América do Norte, na Oceânia e na Europa Ocidental. </span><span style="font-weight: 400;">Os países mais pobres também foram afetados, com as taxas de mortalidade mais elevadas entre as pessoas com menos de 50 anos na Oceânia, na Europa Oriental e na Ásia Central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos países mais pobres, o cancro precoce teve um impacto muito maior nas mulheres do que nos homens, tanto em termos de mortes como nos problemas de saúde após a doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos de causas, a equipa observa que é provável que os fatores genéticos desempenhem um papel importante, mas os principais fatores de risco entre as pessoas com menos de 50 anos são as dietas ricas em carne vermelha e sal e pobres em fruta e leite, bem como o consumo de álcool e o tabaco, contribuindo a inatividade física, excesso de peso e hiperglicemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores reconhecem várias limitações na sua análise, nomeadamente a qualidade variável dos dados dos registos de cancro nos vários países, o que pode ter levado a uma subnotificação e a um subdiagnóstico.</span></p>
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		<title>IA pode ajudar radiologistas no rastreio do cancro de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 15:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um software de inteligência artificial (IA) pode ser capaz de reduzir a carga de trabalho dos radiologistas no rastreio do cancro da mama, de acordo com os primeiros dados de um estudo divulgado no início de agosto. Esta investigação permitiu, sobretudo, concluir que não há risco para os radiologistas utilizarem softwares de IA para melhor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um software de inteligência artificial (IA) pode ser capaz de reduzir a carga de trabalho dos radiologistas no rastreio do cancro da mama, de acordo com os primeiros dados de um estudo divulgado no início de agosto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta investigação permitiu, sobretudo, concluir que não há risco para os radiologistas utilizarem softwares de IA para melhor direcionarem as suas análises. </span><span style="font-weight: 400;">Os cientistas dividiram cerca de 80 000 mulheres em dois grupos de tamanho semelhante. </span><span style="font-weight: 400;">Todas realizaram mamografia, mas o primeiro grupo foi rastreado da maneira clássica, ou seja, com o olhar de dois radiologistas independentes, enquanto os dados do segundo foram examinados primeiro por IA e depois por um único radiologista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final, o grupo assistido por IA não teve pior desempenho e até foi detetado um maior número de casos de cancro. </span><span style="font-weight: 400;">A taxa de “falsos positivos”, ou seja, casos em que o primeiro exame regista erroneamente suspeita de cancro, foi semelhante. </span><span style="font-weight: 400;">Como é necessário apenas um radiologista no procedimento envolvendo IA, o uso desta tecnologia pode acabar por reduzir para metade a carga de trabalho desses médicos. </span><span style="font-weight: 400;">Estes resultados são promissores porque o rastreio é amplamente considerado uma das principais formas de combate ao cancro da mama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é ainda muito cedo para concluir sobre o real interesse da IA neste campo e serão necessários vários anos de análise para saber se esta ferramenta pode ser tão eficaz como uma dupla opinião humana. </span><span style="font-weight: 400;">Para fazer isso, os investigadores irão comparar em dois anos a taxa de cancro que escaparam da triagem, mas que foram diagnosticados posteriormente. </span><span style="font-weight: 400;">Os dados iniciais do estudo também deixam margem para incertezas sobre o risco de sobrediagnóstico, ou seja, de identificar lesões que não teriam evoluído para cancros perigosos sem tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta temática do sobrediagnóstico está no centro de algumas críticas aos méritos do rastreamento generalizado, ainda que os estudos confirmem cada vez mais claramente o seu interesse para a redução do cancro da mama.</span></p>
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		<title>Como regressar ao trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 09:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto europeu &#8220;I-KNOW-HOW&#8221; desenvolveu um método para se reintegrar no mercado laboral, com a participação de médicos, empresas e doentes, cujo objetivo é aumentar 15 % o número de doentes com doença prolongada que regressam ao trabalho. Neste sentido, foram realizados várias ações, uma delas uma brochura com informações úteis para este processo. &#8220;Há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto europeu &#8220;I-KNOW-HOW&#8221; desenvolveu um método para se reintegrar no mercado laboral, com a participação de médicos, empresas e doentes, cujo objetivo é aumentar 15 % o número de doentes com doença prolongada que regressam ao trabalho.</p>
<p>Neste sentido, foram realizados várias ações, uma delas uma brochura com informações úteis para este processo. &#8220;Há folhetos que falam do momento do anúncio até se devemos dizer ao chefe. As pessoas podem clicar diretamente em links úteis. Podem ir à página da Segurança Social para ver em que consiste a consulta com o médico antes do regresso ao trabalho. O objetivo é acompanhá-los rapidamente e descobrir o que é melhor para os doentes&#8221;, afirma a Dr.ª Laurence Vanlemmens, oncologista do Hospital Oscar Lambret.</p>
<p>O trabalho entre médicos, doentes e empresas completa-se com a formação. E as boas práticas são partilhadas entre os parceiros do projeto, indica Isabel Weemaes, gestora do projeto &#8220;I-KNOW-HOW&#8221;.</p>
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		<title>Festival da OMS: sobreviventes de cancro são protagonistas de curta-metragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 09:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival de Cinema &#8220;Saúde para Todos&#8221; da Organização Mundial de Saúde (OMS) pretendeu destacar conteúdos relevantes na área da saúde. A curta-metragem “CHOOSE the HEALTHy way” [Escolhe uma vida saudável], do projeto europeu OACCUs &#8211; Outdoor Against Cancer Connects Us, integrou sobreviventes de cancro e tornou-se uma das finalistas do festival. Em Portugal, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema &#8220;Saúde para Todos&#8221; da Organização Mundial de Saúde (OMS) pretendeu destacar conteúdos relevantes na área da saúde. A curta-metragem “CHOOSE the HEALTHy way” [Escolhe uma vida saudável], do projeto europeu OACCUs &#8211; Outdoor Against Cancer Connects Us, integrou sobreviventes de cancro e tornou-se uma das finalistas do festival.</p>
<p>Em Portugal, a curta-metragem foi filmada em locais emblemáticos de Coimbra, cidade que acolhe as três instituições do país parceiras no projeto: a Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física (FCDEF) da Universidade de Coimbra, o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRC.LPCC).</p>
<p>“CHOOSE the HEALTHy way” pretende sensibilizar para os desafios dos jovens sobreviventes de cancro: protagonistas da Grécia, Portugal e Espanha, que sobreviveram ao cancro aos 19, 14 e 23 anos, respetivamente, partilham testemunhos emocionantes de resiliência e superação.</p>
<p>O vídeo pode ser visto <a href="https://oac-connect.eu/entry/choose-the-healthy-way-103978213?fbclid=IwAR1j81xqiJbnDh7kGwPWP_n8dkprOMthjoaMcUrsZeAIoboZZstAyj7Hkoo" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: Universidade de Coimbra</p>
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		<title>Quais as principais preocupações das jovens sobreviventes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 16:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2020, de acordo com dados da Globocan, estima-se que, em Portugal, cerca de 7 % do total de novos diagnósticos de cancro da mama tenha ocorrido abaixo dos 40 anos. Pode parecer uma percentagem pequena, porém, o impacto causado nesta fase da vida da mulher, próspera de planos e projetos para o futuro, faz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2020, de acordo com dados da Globocan, estima-se que, em Portugal, cerca de 7 % do total de novos diagnósticos de cancro da mama tenha ocorrido abaixo dos 40 anos. Pode parecer uma percentagem pequena, porém, o impacto causado nesta fase da vida da mulher, próspera de planos e projetos para o futuro, faz com que “tudo” seja colocado em perspetiva. Neste sentido, a <strong>Dr.ª Mónica Mariano</strong>, do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, partilhou as principais preocupações das jovens mulheres com cancro da mama e como se pode desmistificar. Leia o artigo da especialista.</p>
<p>O diagnóstico de cancro da mama surge sempre de forma inesperada na vida de uma mulher, porém, quando esta doença afeta mulheres jovens, os sentimentos de incerteza tomam proporções gigantescas. O medo é uma das grandes emoções que assola estas sobreviventes daí ser essencial enquanto clínicos estabelecer uma relação médico-doente empática e disponível. Enquanto clínicos, devemos formar e transmitir confiança na Medicina e na evolução da Ciência aplicada aos tratamentos oncológicos atuais. Esclarecer que, embora a agressividade dos tumores possa ser maior nesta faixa etária, em fases iniciais da doença, as taxas de cura de cancro da mama são, felizmente, bastante elevada. E não esquecer de aliar desde o início do seguimento médico o acompanhamento por Psico-Oncologia da jovem e da sua rede familiar mais próxima como facilitador do processo de aceitação e ajustamento à nova fase de vida.</p>
<p>Depois do cancro, a maternidade é uma inquietação relevante. O seu adiamento, frequente na sociedade atual, leva a que muitas destas jovens ainda não seja mãe aquando do diagnóstico e o receio de poderem não concretizar esta vontade é enorme. Cabe aos especialistas explicar que a toxicidade dos tratamentos de quimioterapia e o longo tempo de tratamento hormonal pode comprometer a fertilidade, mas, dependendo da sua idade ao diagnóstico, a gravidez espontânea é ainda viável e, acima de tudo, segura. Além disso, a referenciação mais ágil para Centros de Medicina Reprodutiva com acesso a técnicas de Preservação de Fertilidade tem feito aumentar a possibilidade duma gravidez.</p>
<p>A transmissão de risco de cancro aos seus filhos é outra das preocupações mais frequentes das sobreviventes jovens. As <em>guidelines</em> nacionais e internacionais recomendam a realização de teste genético nesta faixa etária, independentemente da sua história familiar, para excluir a presença de um síndrome hereditário associado. Este teste deve ser oferecido o mais cedo possível após o diagnóstico para poder adequar da melhor forma a estratégia de tratamento e proporcionar aconselhamento genético aos familiares.</p>
<p>A vida afetiva e a sexualidade são altamente afetadas e devem ser delicadamente abordadas. O cancro da mama, ao afetar um órgão tão diretamente relacionado com a feminilidade cursa inevitavelmente com problemas de auto-imagem, auto-estima e intimidade. A menopausa induzida pelos tratamentos sistémicos, e em particular a hormonoterapia, associa-se a uma diminuição do prazer e qualidade das relações sexuais mas o apoio de consultas  especializadas em Onco-Sexologia é cada vez mais uma realidade e deve ser possibilitado quem o pretenda. Encontrar formas de diálogo aberto com o parceiro é também imperativo já que se sabe que a taxa de divórcios destes casais é elevada. Voltar a aceitar o corpo é sempre mais fácil quando se tem quem nos ama a apoiar.</p>
<p>A reintegração no trabalho acarreta também preocupação adicional a estas jovens. Dos tratamentos realizados podem resultar limitações físicas que dificultam o exercício da sua atividade profissional prévia e obrigam a ajustes nem sempre bem planeados. A promoção de exercício físico regular e a adesão a programas de reabilitação funcional deve ser fomentada para tentar minorar o impacto destes aspetos.  No entanto, são os problemas mentais como a fadiga, a ansiedade, os problemas de concentração e dificuldade de memória que mais são relatados. Para eliminar a insegurança quanto à manutenção do seu trabalho e o receio de menor possibilidade de progressão na carreira é necessário incentivar ações de esclarecimento e sensibilização das entidades patronais. Só assim se poderá conseguir o melhor equilíbrio entre as necessidades específicas destas mulheres e as necessidades do empregador.</p>
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		<title>Dia do Sobrevivente de Cancro: Sociedade Portuguesa de Oncologia publica Recomendações para Oncologistas e Clínicos Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 16:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar devido a uma melhoria na deteção precoce e às evoluções no tratamento. Cerca de 21 em cada 100 homens e 18 em cada 100 mulheres aos 75 anos terão desenvolvido cancro. Em todo o mundo, no ano de 2020, ocorreram cerca de 19,3 milhões novos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar devido a uma melhoria na deteção precoce e às evoluções no tratamento. Cerca de 21 em cada 100 homens e 18 em cada 100 mulheres aos 75 anos terão desenvolvido cancro. Em todo o mundo, no ano de 2020, ocorreram cerca de 19,3 milhões novos diagnósticos de cancro, prevendo-se que, em 2040, haverá 30,2 milhões de novos diagnósticos. O crescimento destes números está associado a diversos fatores, nomeadamente ao crescimento populacional, ao envelhecimento da população e aos estilos de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não existem dados reais publicados sobre número de sobreviventes existentes, sendo que, em 2017, o número estimado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) era de meio milhão de sobreviventes. A crescente população de sobreviventes de cancro apresenta vários desafios e oportunidades para os quais importa refletir. Os desafios mais prementes prendem-se com a definição de possíveis normas de seguimento, bem como estratégias de orientação de possíveis toxicidades decorrentes de tratamentos oncológicos a longo prazo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Neste âmbito, foi desenvolvido um trabalho pelo Grupo de Sobreviventes da Sociedade Portuguesa de Oncologia, com a colaboração de médicos e psicólogos, com o apoio da LPCC, dedicado ao cuidado de doentes oncológicos e onde se destacam uma série de recomendações que visam normas de vigilância, abordagem de sequelas (como ostomias, linfedema) e toxicidades decorrentes de tratamentos (como cardíaca, neurológica ou pulmonar). O impacto da doença e dos tratamentos na vida familiar e a nível laboral foi também objeto de reflexão nesta investigação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dado que em junho que se celebra o Dia do Sobrevivente de Cancro e por forma a assinalar esta importante data, o Grupo de Sobreviventes da SPO publica, inicialmente, em formato digital e, posteriormente, como suplemento da revista da SPO estas recomendações, possibilitando uma melhor articulação entre Oncologia e Cuidados de Saúde Primários, no processo de acompanhamento dos sobreviventes.</p>
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		<title>Benefícios do exercício físico: o impacto positivo no seu percurso de reabilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 13:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
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					<description><![CDATA[O exercício físico é “uma parte integrante do programa de reabilitação” do sobrevivente de cancro”, juntamente com a nutrição e a psicologia. Palavras da Dr.ª Sofia Viamonte, do ONCOMOVE, que defende ainda que, apesar da sua importância, “deve ser realizado em segurança, adaptado a cada doente, às suas características e sequelas” com o apoio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exercício físico é “uma parte integrante do programa de reabilitação” do sobrevivente de cancro”, juntamente com a nutrição e a psicologia. Palavras da Dr.ª Sofia Viamonte, do ONCOMOVE, que defende ainda que, apesar da sua importância, “deve ser realizado em segurança, adaptado a cada doente, às suas características e sequelas” com o apoio de um médico fisiatra. Veja a entrevista.</p>
<p><iframe title="Benef&amp;iacute;cios do exerc&amp;iacute;cio f&amp;iacute;sico: o impacto positivo no seu percurso de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o" src="https://player.vimeo.com/video/824757494?h=c0394abfc0&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="585" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Com o objetivo final de aumentar a qualidade de vida das doentes, o exercício físico deve ser sempre recomendado por um especialista, recebendo uma avaliação de um médico fisiatra integrado num programa de reabilitação abrangente, mas individualizado para a condição da doente.</p>
<p>O fisiatra deve considerar o tipo de cancro, o tratamento, as sequelas e a condição médica da doente, isto porque, “infelizmente, a pessoa que sobrevive a um cancro tem doença cardiovascular, músculo-esquelético”.</p>
<p>Em suma, “é preciso prescrever um plano de exercício adaptado a estas condições e que possa contribuir para a diminuição dos sintomas que advêm do tratamento”.</p>
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		<title>Importância da nutrição no percurso da doença oncológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO), com o apoio do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC.), vai desenvolver na próxima terça-feira, 9 de maio, pelas 18h00, no Hotel D. Inês, em Coimbra, um evento de divulgação dos “Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro”. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO), com o apoio do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC.), vai desenvolver na próxima terça-feira, 9 de maio, pelas 18h00, no Hotel D. Inês, em Coimbra, um evento de divulgação dos “Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro”.</p>
<p>A iniciativa é dirigida a doentes oncológicos, familiares, cuidadores e também profissionais de saúde, com o objetivo de sensibilizar para a importância de um bom estado nutricional no decorrer da doença oncológica.</p>
<p>O evento será composto por uma mesa-redonda com as autoras dos guias, uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde que cuidam diariamente de pessoas com cancro, onde serão abordados temas tais como: os sinais de alerta de desnutrição, como garantir um bom estado nutricional no decorrer da doença, mitos alimentares mais comuns, sintomas que têm impacto na alimentação, quando recorrer aos suplementos nutricionais orais, entre outros.</p>
<p>No final, os participantes podem assistir a um <i>showcooking</i> de receitas com recurso a suplementos nutricionais orais. A participação é livre e gratuita, mediante inscrição, no seguinte link: <a href="https://www.ligacontracancro.pt/aliment-cancro/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ligacontracancro.pt/aliment-cancro/&amp;source=gmail&amp;ust=1683101500377000&amp;usg=AOvVaw2gynYP3qexC4FTmyMSieux">https://www.ligacontracancro.<wbr />pt/aliment-cancro/</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h00-18h15 | Sessão de Abertura</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Andreia Capela, presidente da AICSO e Médica Oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Natália Amaral, médica ginecologista e secretária da Direção do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Marta Costa, diretora médica da Danone Nutricia</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h15-18h25 | Apresentação dos Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Prof.ª Doutora Elsa Madureira, membro da AICSO e nutricionista no Centro Hospitalar e Universitário de São João</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h25-19h10 | Mesa-redonda “Alimentação na Pessoa com Cancro”</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Moderação: Dr.ª Marta Costa, diretora médica da Danone Nutricia</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Andreia Capela, presidente da AICSO e médica oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho</li>
<li style="font-weight: 400;">Prof.ª Doutora Elsa Madureira, membro da AICSO e Nutricionista no Centro Hospitalar e Universitário de São João</li>
<li style="font-weight: 400;">Enf.ª Sara Parreira, membro da AICSO e enfermeira coordenadora na CUF Oncologia</li>
<li style="font-weight: 400;">Luciana Mendes, comunicadora e sobrevivente oncológica</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>19h10-19h20 | <em>Showcooking</em> e degustação de receitas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Margarida Fouto, Danone Nutricia</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>19h20-19h30 | Q&amp;A</strong></p>
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		<title>Alimentação saudável e adequada: “a aposta de uma sobrevivente de cancro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 12:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[“A evidência demonstra que a adoção de um padrão alimentar saudável, integrado num estilo de vida com atividade física, contribui para melhores resultados após a sobrevivência e qualidade de vida.” Palavras da Dr.ª Carolina Bento, nutricionista no IPO de Coimbra, que partilhou a importância de ter um acompanhamento nutricional e uma alimentação adequada às necessidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A evidência demonstra que a adoção de um padrão alimentar saudável, integrado num estilo de vida com atividade física, contribui para melhores resultados após a sobrevivência e qualidade de vida.” Palavras da Dr.ª Carolina Bento, nutricionista no IPO de Coimbra, que partilhou a importância de ter um acompanhamento nutricional e uma alimentação adequada às necessidades da sobrevivente. Assista à entrevista.</p>
<p><iframe title="Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o saud&amp;aacute;vel e adequada: &amp;ldquo;a aposta de uma sobrevivente de cancro&amp;rdquo;" src="https://player.vimeo.com/video/805914546?h=4c1275900c&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Além de permitir melhores resultados na qualidade de vida da sobrevivente, contribui também para a existência de menos comorbilidades, desde diabetes, doença cardiovascular ou até sintomas que persistem após os tratamentos, como a fadiga.</p>
<p>“Felizmente, a alimentação da sobrevivente de cancro da mama não deve ser muito diferente daquela que está preconizada para o resto da população”, reflete a especialista, no entanto, o conceito de alimentação saudável “é muito vago”, pelo que aconselha a recorrer à roda dos alimentos. “É o melhor guia de alimentação para uma sobrevivente de cancro.”</p>
<p>Neste sentido, a especialista partilha que não deve ter restrições na sua alimentação, comendo um pouco de todas as categorias nas proporções corretas. Além disso, manter ou recuperar o peso corporal normal é também um passo muito importante, proporcionando “desfechos melhores”, com prognósticos de vida e qualidade de vida superiores.</p>
<p>O nutricionista desempenha um papel muito relevante na “avaliação do estado nutricional” para responder adequadamente às necessidades da sobrevivente “As pessoas que conseguem manter um estado nutricional estável ao longo dos tratamentos têm melhores resultados”, partilha a especialista. A acrescentar, pode “esclarecer dúvidas, empoderar a mulher, ajudá-la a comer sem medos”.</p>
<p>Apesar disso, a especialista destaca que o acesso a um nutricionista não é fácil, nas circunstâncias atuais, mas espera que “o futuro seja diferente, porque merecem todo o apoio”.</p>
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