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	<title>marlitacarneiro@newsfarma.pt &#8211; Viver com Cancro da Mama</title>
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		<title>Como regressar ao trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 09:34:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projeto europeu &#8220;I-KNOW-HOW&#8221; desenvolveu um método para se reintegrar no mercado laboral, com a participação de médicos, empresas e doentes, cujo objetivo é aumentar 15 % o número de doentes com doença prolongada que regressam ao trabalho. Neste sentido, foram realizados várias ações, uma delas uma brochura com informações úteis para este processo. &#8220;Há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto europeu &#8220;I-KNOW-HOW&#8221; desenvolveu um método para se reintegrar no mercado laboral, com a participação de médicos, empresas e doentes, cujo objetivo é aumentar 15 % o número de doentes com doença prolongada que regressam ao trabalho.</p>
<p>Neste sentido, foram realizados várias ações, uma delas uma brochura com informações úteis para este processo. &#8220;Há folhetos que falam do momento do anúncio até se devemos dizer ao chefe. As pessoas podem clicar diretamente em links úteis. Podem ir à página da Segurança Social para ver em que consiste a consulta com o médico antes do regresso ao trabalho. O objetivo é acompanhá-los rapidamente e descobrir o que é melhor para os doentes&#8221;, afirma a Dr.ª Laurence Vanlemmens, oncologista do Hospital Oscar Lambret.</p>
<p>O trabalho entre médicos, doentes e empresas completa-se com a formação. E as boas práticas são partilhadas entre os parceiros do projeto, indica Isabel Weemaes, gestora do projeto &#8220;I-KNOW-HOW&#8221;.</p>
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		<title>Festival da OMS: sobreviventes de cancro são protagonistas de curta-metragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 09:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival de Cinema &#8220;Saúde para Todos&#8221; da Organização Mundial de Saúde (OMS) pretendeu destacar conteúdos relevantes na área da saúde. A curta-metragem “CHOOSE the HEALTHy way” [Escolhe uma vida saudável], do projeto europeu OACCUs &#8211; Outdoor Against Cancer Connects Us, integrou sobreviventes de cancro e tornou-se uma das finalistas do festival. Em Portugal, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema &#8220;Saúde para Todos&#8221; da Organização Mundial de Saúde (OMS) pretendeu destacar conteúdos relevantes na área da saúde. A curta-metragem “CHOOSE the HEALTHy way” [Escolhe uma vida saudável], do projeto europeu OACCUs &#8211; Outdoor Against Cancer Connects Us, integrou sobreviventes de cancro e tornou-se uma das finalistas do festival.</p>
<p>Em Portugal, a curta-metragem foi filmada em locais emblemáticos de Coimbra, cidade que acolhe as três instituições do país parceiras no projeto: a Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física (FCDEF) da Universidade de Coimbra, o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRC.LPCC).</p>
<p>“CHOOSE the HEALTHy way” pretende sensibilizar para os desafios dos jovens sobreviventes de cancro: protagonistas da Grécia, Portugal e Espanha, que sobreviveram ao cancro aos 19, 14 e 23 anos, respetivamente, partilham testemunhos emocionantes de resiliência e superação.</p>
<p>O vídeo pode ser visto <a href="https://oac-connect.eu/entry/choose-the-healthy-way-103978213?fbclid=IwAR1j81xqiJbnDh7kGwPWP_n8dkprOMthjoaMcUrsZeAIoboZZstAyj7Hkoo" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: Universidade de Coimbra</p>
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		<title>Quais as principais preocupações das jovens sobreviventes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 16:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2020, de acordo com dados da Globocan, estima-se que, em Portugal, cerca de 7 % do total de novos diagnósticos de cancro da mama tenha ocorrido abaixo dos 40 anos. Pode parecer uma percentagem pequena, porém, o impacto causado nesta fase da vida da mulher, próspera de planos e projetos para o futuro, faz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2020, de acordo com dados da Globocan, estima-se que, em Portugal, cerca de 7 % do total de novos diagnósticos de cancro da mama tenha ocorrido abaixo dos 40 anos. Pode parecer uma percentagem pequena, porém, o impacto causado nesta fase da vida da mulher, próspera de planos e projetos para o futuro, faz com que “tudo” seja colocado em perspetiva. Neste sentido, a <strong>Dr.ª Mónica Mariano</strong>, do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, partilhou as principais preocupações das jovens mulheres com cancro da mama e como se pode desmistificar. Leia o artigo da especialista.</p>
<p>O diagnóstico de cancro da mama surge sempre de forma inesperada na vida de uma mulher, porém, quando esta doença afeta mulheres jovens, os sentimentos de incerteza tomam proporções gigantescas. O medo é uma das grandes emoções que assola estas sobreviventes daí ser essencial enquanto clínicos estabelecer uma relação médico-doente empática e disponível. Enquanto clínicos, devemos formar e transmitir confiança na Medicina e na evolução da Ciência aplicada aos tratamentos oncológicos atuais. Esclarecer que, embora a agressividade dos tumores possa ser maior nesta faixa etária, em fases iniciais da doença, as taxas de cura de cancro da mama são, felizmente, bastante elevada. E não esquecer de aliar desde o início do seguimento médico o acompanhamento por Psico-Oncologia da jovem e da sua rede familiar mais próxima como facilitador do processo de aceitação e ajustamento à nova fase de vida.</p>
<p>Depois do cancro, a maternidade é uma inquietação relevante. O seu adiamento, frequente na sociedade atual, leva a que muitas destas jovens ainda não seja mãe aquando do diagnóstico e o receio de poderem não concretizar esta vontade é enorme. Cabe aos especialistas explicar que a toxicidade dos tratamentos de quimioterapia e o longo tempo de tratamento hormonal pode comprometer a fertilidade, mas, dependendo da sua idade ao diagnóstico, a gravidez espontânea é ainda viável e, acima de tudo, segura. Além disso, a referenciação mais ágil para Centros de Medicina Reprodutiva com acesso a técnicas de Preservação de Fertilidade tem feito aumentar a possibilidade duma gravidez.</p>
<p>A transmissão de risco de cancro aos seus filhos é outra das preocupações mais frequentes das sobreviventes jovens. As <em>guidelines</em> nacionais e internacionais recomendam a realização de teste genético nesta faixa etária, independentemente da sua história familiar, para excluir a presença de um síndrome hereditário associado. Este teste deve ser oferecido o mais cedo possível após o diagnóstico para poder adequar da melhor forma a estratégia de tratamento e proporcionar aconselhamento genético aos familiares.</p>
<p>A vida afetiva e a sexualidade são altamente afetadas e devem ser delicadamente abordadas. O cancro da mama, ao afetar um órgão tão diretamente relacionado com a feminilidade cursa inevitavelmente com problemas de auto-imagem, auto-estima e intimidade. A menopausa induzida pelos tratamentos sistémicos, e em particular a hormonoterapia, associa-se a uma diminuição do prazer e qualidade das relações sexuais mas o apoio de consultas  especializadas em Onco-Sexologia é cada vez mais uma realidade e deve ser possibilitado quem o pretenda. Encontrar formas de diálogo aberto com o parceiro é também imperativo já que se sabe que a taxa de divórcios destes casais é elevada. Voltar a aceitar o corpo é sempre mais fácil quando se tem quem nos ama a apoiar.</p>
<p>A reintegração no trabalho acarreta também preocupação adicional a estas jovens. Dos tratamentos realizados podem resultar limitações físicas que dificultam o exercício da sua atividade profissional prévia e obrigam a ajustes nem sempre bem planeados. A promoção de exercício físico regular e a adesão a programas de reabilitação funcional deve ser fomentada para tentar minorar o impacto destes aspetos.  No entanto, são os problemas mentais como a fadiga, a ansiedade, os problemas de concentração e dificuldade de memória que mais são relatados. Para eliminar a insegurança quanto à manutenção do seu trabalho e o receio de menor possibilidade de progressão na carreira é necessário incentivar ações de esclarecimento e sensibilização das entidades patronais. Só assim se poderá conseguir o melhor equilíbrio entre as necessidades específicas destas mulheres e as necessidades do empregador.</p>
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		<title>Dia do Sobrevivente de Cancro: Sociedade Portuguesa de Oncologia publica Recomendações para Oncologistas e Clínicos Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 16:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar devido a uma melhoria na deteção precoce e às evoluções no tratamento. Cerca de 21 em cada 100 homens e 18 em cada 100 mulheres aos 75 anos terão desenvolvido cancro. Em todo o mundo, no ano de 2020, ocorreram cerca de 19,3 milhões novos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A sobrevivência dos doentes com cancro tem vindo a aumentar devido a uma melhoria na deteção precoce e às evoluções no tratamento. Cerca de 21 em cada 100 homens e 18 em cada 100 mulheres aos 75 anos terão desenvolvido cancro. Em todo o mundo, no ano de 2020, ocorreram cerca de 19,3 milhões novos diagnósticos de cancro, prevendo-se que, em 2040, haverá 30,2 milhões de novos diagnósticos. O crescimento destes números está associado a diversos fatores, nomeadamente ao crescimento populacional, ao envelhecimento da população e aos estilos de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não existem dados reais publicados sobre número de sobreviventes existentes, sendo que, em 2017, o número estimado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) era de meio milhão de sobreviventes. A crescente população de sobreviventes de cancro apresenta vários desafios e oportunidades para os quais importa refletir. Os desafios mais prementes prendem-se com a definição de possíveis normas de seguimento, bem como estratégias de orientação de possíveis toxicidades decorrentes de tratamentos oncológicos a longo prazo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Neste âmbito, foi desenvolvido um trabalho pelo Grupo de Sobreviventes da Sociedade Portuguesa de Oncologia, com a colaboração de médicos e psicólogos, com o apoio da LPCC, dedicado ao cuidado de doentes oncológicos e onde se destacam uma série de recomendações que visam normas de vigilância, abordagem de sequelas (como ostomias, linfedema) e toxicidades decorrentes de tratamentos (como cardíaca, neurológica ou pulmonar). O impacto da doença e dos tratamentos na vida familiar e a nível laboral foi também objeto de reflexão nesta investigação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dado que em junho que se celebra o Dia do Sobrevivente de Cancro e por forma a assinalar esta importante data, o Grupo de Sobreviventes da SPO publica, inicialmente, em formato digital e, posteriormente, como suplemento da revista da SPO estas recomendações, possibilitando uma melhor articulação entre Oncologia e Cuidados de Saúde Primários, no processo de acompanhamento dos sobreviventes.</p>
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		<title>Benefícios do exercício físico: o impacto positivo no seu percurso de reabilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 13:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
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					<description><![CDATA[O exercício físico é “uma parte integrante do programa de reabilitação” do sobrevivente de cancro”, juntamente com a nutrição e a psicologia. Palavras da Dr.ª Sofia Viamonte, do ONCOMOVE, que defende ainda que, apesar da sua importância, “deve ser realizado em segurança, adaptado a cada doente, às suas características e sequelas” com o apoio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exercício físico é “uma parte integrante do programa de reabilitação” do sobrevivente de cancro”, juntamente com a nutrição e a psicologia. Palavras da Dr.ª Sofia Viamonte, do ONCOMOVE, que defende ainda que, apesar da sua importância, “deve ser realizado em segurança, adaptado a cada doente, às suas características e sequelas” com o apoio de um médico fisiatra. Veja a entrevista.</p>
<p><iframe title="Benef&amp;iacute;cios do exerc&amp;iacute;cio f&amp;iacute;sico: o impacto positivo no seu percurso de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o" src="https://player.vimeo.com/video/824757494?h=c0394abfc0&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="585" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Com o objetivo final de aumentar a qualidade de vida das doentes, o exercício físico deve ser sempre recomendado por um especialista, recebendo uma avaliação de um médico fisiatra integrado num programa de reabilitação abrangente, mas individualizado para a condição da doente.</p>
<p>O fisiatra deve considerar o tipo de cancro, o tratamento, as sequelas e a condição médica da doente, isto porque, “infelizmente, a pessoa que sobrevive a um cancro tem doença cardiovascular, músculo-esquelético”.</p>
<p>Em suma, “é preciso prescrever um plano de exercício adaptado a estas condições e que possa contribuir para a diminuição dos sintomas que advêm do tratamento”.</p>
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		<title>Importância da nutrição no percurso da doença oncológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO), com o apoio do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC.), vai desenvolver na próxima terça-feira, 9 de maio, pelas 18h00, no Hotel D. Inês, em Coimbra, um evento de divulgação dos “Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro”. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO), com o apoio do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC.NRC.), vai desenvolver na próxima terça-feira, 9 de maio, pelas 18h00, no Hotel D. Inês, em Coimbra, um evento de divulgação dos “Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro”.</p>
<p>A iniciativa é dirigida a doentes oncológicos, familiares, cuidadores e também profissionais de saúde, com o objetivo de sensibilizar para a importância de um bom estado nutricional no decorrer da doença oncológica.</p>
<p>O evento será composto por uma mesa-redonda com as autoras dos guias, uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde que cuidam diariamente de pessoas com cancro, onde serão abordados temas tais como: os sinais de alerta de desnutrição, como garantir um bom estado nutricional no decorrer da doença, mitos alimentares mais comuns, sintomas que têm impacto na alimentação, quando recorrer aos suplementos nutricionais orais, entre outros.</p>
<p>No final, os participantes podem assistir a um <i>showcooking</i> de receitas com recurso a suplementos nutricionais orais. A participação é livre e gratuita, mediante inscrição, no seguinte link: <a href="https://www.ligacontracancro.pt/aliment-cancro/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ligacontracancro.pt/aliment-cancro/&amp;source=gmail&amp;ust=1683101500377000&amp;usg=AOvVaw2gynYP3qexC4FTmyMSieux">https://www.ligacontracancro.<wbr />pt/aliment-cancro/</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h00-18h15 | Sessão de Abertura</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Andreia Capela, presidente da AICSO e Médica Oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Natália Amaral, médica ginecologista e secretária da Direção do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Marta Costa, diretora médica da Danone Nutricia</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h15-18h25 | Apresentação dos Guias de Alimentação na Pessoa com Cancro</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Prof.ª Doutora Elsa Madureira, membro da AICSO e nutricionista no Centro Hospitalar e Universitário de São João</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>18h25-19h10 | Mesa-redonda “Alimentação na Pessoa com Cancro”</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Moderação: Dr.ª Marta Costa, diretora médica da Danone Nutricia</li>
<li style="font-weight: 400;">Dr.ª Andreia Capela, presidente da AICSO e médica oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho</li>
<li style="font-weight: 400;">Prof.ª Doutora Elsa Madureira, membro da AICSO e Nutricionista no Centro Hospitalar e Universitário de São João</li>
<li style="font-weight: 400;">Enf.ª Sara Parreira, membro da AICSO e enfermeira coordenadora na CUF Oncologia</li>
<li style="font-weight: 400;">Luciana Mendes, comunicadora e sobrevivente oncológica</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>19h10-19h20 | <em>Showcooking</em> e degustação de receitas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Margarida Fouto, Danone Nutricia</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>19h20-19h30 | Q&amp;A</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação saudável e adequada: “a aposta de uma sobrevivente de cancro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 12:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[“A evidência demonstra que a adoção de um padrão alimentar saudável, integrado num estilo de vida com atividade física, contribui para melhores resultados após a sobrevivência e qualidade de vida.” Palavras da Dr.ª Carolina Bento, nutricionista no IPO de Coimbra, que partilhou a importância de ter um acompanhamento nutricional e uma alimentação adequada às necessidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A evidência demonstra que a adoção de um padrão alimentar saudável, integrado num estilo de vida com atividade física, contribui para melhores resultados após a sobrevivência e qualidade de vida.” Palavras da Dr.ª Carolina Bento, nutricionista no IPO de Coimbra, que partilhou a importância de ter um acompanhamento nutricional e uma alimentação adequada às necessidades da sobrevivente. Assista à entrevista.</p>
<p><iframe title="Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o saud&amp;aacute;vel e adequada: &amp;ldquo;a aposta de uma sobrevivente de cancro&amp;rdquo;" src="https://player.vimeo.com/video/805914546?h=4c1275900c&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Além de permitir melhores resultados na qualidade de vida da sobrevivente, contribui também para a existência de menos comorbilidades, desde diabetes, doença cardiovascular ou até sintomas que persistem após os tratamentos, como a fadiga.</p>
<p>“Felizmente, a alimentação da sobrevivente de cancro da mama não deve ser muito diferente daquela que está preconizada para o resto da população”, reflete a especialista, no entanto, o conceito de alimentação saudável “é muito vago”, pelo que aconselha a recorrer à roda dos alimentos. “É o melhor guia de alimentação para uma sobrevivente de cancro.”</p>
<p>Neste sentido, a especialista partilha que não deve ter restrições na sua alimentação, comendo um pouco de todas as categorias nas proporções corretas. Além disso, manter ou recuperar o peso corporal normal é também um passo muito importante, proporcionando “desfechos melhores”, com prognósticos de vida e qualidade de vida superiores.</p>
<p>O nutricionista desempenha um papel muito relevante na “avaliação do estado nutricional” para responder adequadamente às necessidades da sobrevivente “As pessoas que conseguem manter um estado nutricional estável ao longo dos tratamentos têm melhores resultados”, partilha a especialista. A acrescentar, pode “esclarecer dúvidas, empoderar a mulher, ajudá-la a comer sem medos”.</p>
<p>Apesar disso, a especialista destaca que o acesso a um nutricionista não é fácil, nas circunstâncias atuais, mas espera que “o futuro seja diferente, porque merecem todo o apoio”.</p>
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		<title>“O enfermeiro de reabilitação tem um olhar diferenciador”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[“A reabilitação tem uma forte capacidade de tornar a pessoa autónoma, funcional, apesar do impacto negativo do cancro e dos tratamentos.” Quem o afirma é a Enf.ª Anabela Amarelo, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, sobre o poder que o enfermeiro de reabilitação pode ter na vida de um sobrevivente. Veja a entrevista. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A reabilitação tem uma forte capacidade de tornar a pessoa autónoma, funcional, apesar do impacto negativo do cancro e dos tratamentos.” Quem o afirma é a Enf.ª Anabela Amarelo, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, sobre o poder que o enfermeiro de reabilitação pode ter na vida de um sobrevivente. Veja a entrevista.<iframe title="&amp;ldquo;O enfermeiro de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem um olhar diferenciador&amp;rdquo;" src="https://player.vimeo.com/video/788356635?h=6a698f4f0a&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Recomendo que as pessoas usufruam das potencialidades que tem um programa de exercício e tudo o que se pode encontrar na área da reabilitação”, partilha a especialista, reforçando que todos os sobreviventes podem ser beneficiados com a reabilitação, seja pré, durante ou pós. “O importante é existir a vertente de reabilitação no plano de cuidados.”</p>
<p>O cancro afeta a qualidade de vida do doente e o enfermeiro de reabilitação “tem aquele olhar que visa a questão da capacitação funcional”, melhorando “a funcionalidade física, qualidade de vida e prevenindo complicações”. Apesar de “não curar a pessoa”, o enfermeiro de reabilitação é capaz de “potenciar e beneficiar dessa capacitação” para proporcionar melhorias na vida do doente.</p>
<p>Por fim, a especialista destaca o sobrevivente “é a pessoa que vive além do cancro”, pelo que “é preciso viver e fazê-lo o melhor possível”. “Somos todos importantes neste processo e tenho a certeza de que, reconhecendo o potencial de cada pessoa, há mais a fazer e a melhorar.”</p>
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		<title>Documento educacional pretende apoiar o sobrevivente durante a sua jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 10:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa está a preparar um documento educacional dirigido ao sobrevivente de cancro, no qual se pretende identificar “sinais e sintomas decorrentes e que podem aparecer a longo prazo, pós tratamentos”. A Enf.ª Ana Cristina Ferreira, do IPO de Coimbra, apela a que as pessoas estejam atentas a estes sinais para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa está a preparar um documento educacional dirigido ao sobrevivente de cancro, no qual se pretende identificar “sinais e sintomas decorrentes e que podem aparecer a longo prazo, pós tratamentos”. A Enf.ª Ana Cristina Ferreira, do IPO de Coimbra, apela a que as pessoas estejam atentas a estes sinais para que possam atuar previamente. Assista à entrevista.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Documento educacional pretende apoiar o sobrevivente durante a sua jornada" src="https://player.vimeo.com/video/788351714?h=de4eb34781&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Além disso, o documento pretende também partilhar os principais hábitos de saúde, com o objetivo de promover condições mais saudáveis para o sobrevivente voltar à sua vida normal, desde exercício físico, alimentação, evicção tabágica a hábitos de sono. “As pessoas têm de pensar que já tiveram uma doença bastante grave, que estão curadas, mas que não estão livres de outros riscos.” Neste sentido, devem investir na promoção da sua saúde com resultados promissores para o futuro.</p>
<p>Este documento está previsto ser partilhado em meados deste ano através da plataforma da Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa. Produzido por enfermeiros peritos em Enfermagem Oncológica, “queremos ajudar a que o sobrevivente se sinta apoiado”, partilhando para isso recursos para “uma melhor vida e saúde”.</p>
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		<title>Investigadores querem ajudar sobreviventes de cancro a melhorar capacidades cognitivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marlitacarneiro@newsfarma.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 16:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) estão a recrutar sobreviventes de cancro para identificar as necessidades e as barreiras relacionadas com a reabilitação cognitiva e, consequentemente, ajudarem-nos a melhorar essas capacidades. Em comunicado, o centro veio esclarecer esta quarta-feira, 1 de março, que os investigadores estão a recrutar os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) estão a recrutar sobreviventes de cancro para identificar as necessidades e as barreiras relacionadas com a reabilitação cognitiva e, consequentemente, ajudarem-nos a melhorar essas capacidades.</p>
<p>Em comunicado, o centro veio esclarecer esta quarta-feira, 1 de março, que os investigadores estão a recrutar os sobreviventes de cancro &#8220;com o objetivo de identificar as necessidades, os elementos facilitadores e as barreiras relativas à participação em programas de reabilitação cognitiva&#8221;.</p>
<p>Citada no documento, a investigadora Dr.ª Ana Filipa Oliveira, do CINTESIS/Universidade de Aveiro, esclarece que um estudo recente realizado em Portugal &#8220;verificou que mais de 8 % de sobreviventes de cancro (da mama) parece apresentar queixas cognitivas decorrentes do diagnóstico de cancro e dos seus tratamentos&#8221;.</p>
<p>Entre as queixas mais comuns incluem-se o esquecimento de nomes ou datas, dificuldades de concentração e dificuldades em fazer mais do que uma tarefa ao mesmo tempo.</p>
<p>&#8220;Estas alterações perturbam, muitas vezes, o funcionamento social, familiar e laboral dos sobreviventes, afetando negativamente a sua qualidade de vida&#8221;, destaca o CINTESIS.</p>
<p>A Dr.ª Ana Filipa Oliveira salienta que o estudo se reveste de &#8220;grande importância&#8221; para dar informação crucial sobre as necessidades específicas de intervenção a nível cognitivo que a população oncológica apresenta.</p>
<p>Na investigação desenvolvida pelo CINTESIS/Universidade de Aveiro podem participar homens e mulheres, residentes em Portugal, com idades entre os 18 e 65 anos, que tenham sido diagnosticados com qualquer tipo de cancro (exceto tumor cerebral) e que apresentam dificuldades cognitivas relacionadas com a doença ou tratamentos.</p>
<p>A informação recolhida junto dos participantes, através de um conjunto de questionários online, permitirá criar uma plataforma &#8216;online&#8217; onde ficará disponível &#8220;um programa de reabilitação cognitiva específico para melhorar as capacidades dos sobreviventes de doença oncológica&#8221;.</p>
<p>Financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), o estudo integra investigadores do <a href="mailto:CINTESIS@RISE/Universidade%20de" target="_blank" rel="noopener">CINTESIS@RISE/Universidade de</a> Aveiro e do William James Center for Research, resultado de uma colaboração internacional com a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da América.</p>
<p>O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro e a Academia Portuguesa de Psico-Oncologia são também parceiros desta investigação.</p>
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